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RESSOCIALIZAçÃO, MAXIMALISMO, FETICHE E NOVOS IMAGINÁRIOS.
A corrida pela ressocialização e aproveitar o tempo perdido.
Novos imaginários de projeções, ganham força pós o fim de dois anos de quarentena, com a indumentária fazendo referência ao luto e ao fetiche. Sem medo de parecer triste e/ou profano.
Alfaiataria brutalista e maximalista, comunicando progresso identitário em tempos de autoritarismo e caos.
Uma exposição de lambe-lambe, itinerante, pelo centro da cidade de Belo Horizonte, impactando as pessoas, que caminhavam por ali.Criando uma rota que o espectador sseguia, passeando pela cidade enquanto contempla a exposição a céu aberto.